Diabetes: tipologias e principais sintomas de identificação

Observamos que muitas pessoas não sabem a diferença entre os tipos 1 e 2 do diabetes. Os exames de rotina laboratoriais mostram as taxas e, ao ir ao endocrinologista, o paciente ficará sabendo melhor como se prevenir e mantê-las equilibradas – quando estão baixas ou altas demais.

Vamos primeiro conhecer o famoso pâncreas, um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura.

Os tipos 1 e 2 do diabetes

Diabetes, como sabemos, é uma doença séria que dura por toda a vida. Ela não pode ser curada, mas o controle da glicose, pressão sanguínea e colesterol pode prevenir ou postergar complicações decorrentes da diabetes. A condição pode se apresentar em dois tipos:

A diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, o que significa que ela ocorre quando o sistema imunológico ataca o próprio corpo, no caso as células beta do pâncreas. No momento, os cientistas não sabem exatamente o que faz o sistema imunológico atacar as células, mas eles acreditam que tanto fatores genéticos quanto ambientais, como vírus, por exemplo, estejam envolvidos.

Diabetes tipo 2, a forma mais comum, está relacionada à obesidade, pressão alta e colesterol alto. Aproximadamente 80% das pessoas com diabetes tipo 2 estão acima do peso, condição que dificulta a utilização da insulina pelo corpo. A notícia boa é que a maioria dos fatores de risco para a diabetes tipo 2 é passível de controle, o que ajuda a evitar o surgimento de outras doenças e complicações mais sérias. Estar atento aos fatores de risco e às formas de controlá-los é fundamental.

Como se proteger do diabetes?

Fique atento à genética e procure conhecer o seu histórico familiar, pois se algum parente próximo (pai, filho ou irmãos) teve ou tem diabetes, maior é a probabilidade de desenvolvimento da doença. Por isso, é importante conversar com seu médico e relatar os casos prévios de diabetes na família.

Previna-se: saia da vida sedentária, pratique exercícios físicos e se importe com o seu bem-estar corporal. Reforçar o movimento ajuda, e muito, para que as taxas fiquem equilibradas. Além disso, redobre o cuidado com a hipertensão, leve uma vida saudável e faça seus exames anualmente ou até duas vezes ao ano.

Por fim, acesse nosso último Informativo, o tema foi Outubro Rosa: prevenção e tratamento precoce para a saúde da mulher. Acesse nossas redes sociais e outros informativos para saber mais.

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